terça-feira, 17 de maio de 2011

Ah... Se esta rua fosse minha!

Ah, se esta rua fosse minha! Eu não mandava ladrilhar não!
Mesmo que fosse para o meu amor passar!
Eu deixaria a rua bem lisa, para que as crianças pudessem andar de patins e skate.
Faria ela com uma parte inclinada para que carrinhos de rolimã pudessem fazer uma competição.

Teria um campinho, um parquinho e várias árvores: grandes e pequenas mas todas com frutas e nada de espinhos!
As crianças poderiam se divertir subindo nelas e, ao final do dia, se deliciando com maçãs, laranjas e goiabas.
Haveria campeonatos de amarelinha, esconde-esconde, roda pião, três marias, elefante colorido e, anualmente, uma caça ao tesouro!

As mães passariam o dia inteiro em casa, ora brincando com os pequenos, ora tricotando e conversando.
Elas ainda teriam o direito de fazer quitutes como bolos e biscoitos, sempre servidos com aquele suco de laranja geladinho.
Os pais, por sua vez, aos finais de semana, se divertiriam com seus filhos construindo pistas para os carrinhos de brinquedo passarem.
E, durante a semana, eles seriam obrigados a chegar as 4 horas da tarde.

Ah se essa rua fosse minha, os carros não poderiam ali passar.
Nada que pudesse atrapalhar a diversão dos pequenos, a prioridade seriam eles!
Um lago para nadar no final da tarde após um chupe de melancia seria o ponto mais gostoso da região.

E se a rua fosse sua? O que você faria?

(Esse texto foi inspirado em um texto do extinto blog 'Garotas Que Dizem Ni', meu favorito!)

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