quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Unnamed Story

Olá senhoritos e senhoritas!

Ontem me deu comichão, daqueles grandes, que não tem como adiar. Fazia muito, muito tempo que não ficava com uma vontade tão grande de escrever, muito menos apaixonada por uma história. Porque para escrever uma história você tem que, primeiro, se apaixonar por ela, não basta sair escrever qualquer bobagem que aparece na cachola e achar que vai continuar por mais duzentas páginas. Pode crer, eu já tentei e falhei algo que beira trinta vezes.

Então eu, meia noite, quando consegui finalmente baixar o Mac Office, comecei a escrever. Escrevi direto três páginas e fui acabar duas horas da manhã, sem sono, cheia de idéias para a continuação da história. Aqui vou revelar alguns trechos da história, este é o primeiro. Acompanhe.

"Ele era meu melhor amigo desde que ele mudou para a pequena cidade de Fallbrook, aos cinco anos de idade. Uma criança vinda da cidade grande, acompanhado apenas da mãe. Nunca descobri o que havia acontecido com o pai dele e, na vez que ousei perguntar, fez cara de bravo. A única lembrança que ele tinha do pai era uma medalha prateada pelo serviço prestado ao exército americano na Primeira Guerra Mundial. Sua mãe, batalhadora, abriu uma loja de doces em nossa pequena cidade e isso atraiu a maior parte da criançada, inclusive eu.

Foi assim que o conheci. Entrei na loja carregando os trocados que meu pai havia me dado em troca de uma semana de pequenos serviços e passei os olhos com calma em cada doce da estante. Foi neste momento que um garoto forte e gordo tomou minhas moedas e saiu correndo. Comecei a chorar baixinho, mas a Mrs Johnson, que havia visto a cena, chamou seu filho e mandou ele correr e pegar meu dinheiro de volta. Ele olhou nos meus olhos e disse “Não chore, vou buscar para você!” e, talvez, tenha sido neste momento que eu me apaixonei por ele. Ele atendia pelo nome de James.

Seus olhos eram azuis. Não azuis da cor do céu e sim da cor de um mar agitado. E eles sempre tiveram o poder de me acalmar, não importa qual fosse o problema que eu estivesse passando. Foi assim que eu me senti quando ele disse que tudo ficaria bem e eu o vi correr como nunca. Ao voltar, vi minhas moedas em sua mão e abri um sorriso. Comprei os doces, sentei em uma mesa e dividi com meu novo amigo. "

E aí? Gostaram? Querem mais?

Até a próxima!

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