quinta-feira, 28 de junho de 2012

1 ano de World of Lisy Muncinelli

Alô você que me acompanha há um ano. Ou você que descobriu meu blog há uma semana. Não importa, vocês são especiais! Vocês acompanharam uma parte importante na minha vida.

Foram 66 textos publicados e 5 mil e 700 visualizações, um número bom pra quem nunca tinha escrito para valer em um blog. Escrever pra mim é a coisa mais gostosa que existe. Será minha profissão e vocês são as cobaias enquanto eu treino pra escrever cada vez melhor.

E não vai parar por aqui. Espero que ano que vem eu comemore o segundo aniversário e assim por diante...  Para ser bem "legal" com vocês, aqui embaixo estão as fotos do bolo de cenoura com chocolate que eu fiz em homenagem aos meus queridos leitores!














W.o.L (World of Lisy), não sei se deu pra ler...





Créditos fotos 2 e 3: Kedlin Muncinelli, minha irmã, que teve que segurar a câmera duas vezes o peso dela coitada! hahahahaha 

Vou contar para vocês: estava uma delícia! O bolo terminou em três dias e teve gente que lambeu os dedos. Aqui embaixo está a receita, super fácil e rápida de fazer: 

Ingredientes: 
- 4 cenouras raladas
- 4 ovos
- 1/2 xícara (chá) de óleo
- 2 xícaras de açucar 
- 3 xícaras de farinha (ou até ficar uma massa grossa) 
- 1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de Preparo: 

Bata primeiro a cenoura ralada, os ovos, o óleo e o açúcar. Adicione 1 1/2 xícara de farinha e bata. O resto da farinha bata com uma colher, até obter uma massa firme. Misture cuidadosamente o fermento e coloque a massa em uma forma untada com óleo e farinha. Asse em forno pré-aquecido (200 graus) até a massa ficar com cara de assada. Retire, espere 20 minutos e desenforme. 

Cobertura

Ingredientes: 
- 1 lata de leite condensado (normal ou de soja) 
- Nescau/Toddy

Misure em uma panela e ligue em fogo baixo. Não pare de mexer por um segundo. Assim que começar a ferver, desligue. Jogue o brigadeiro em cima do bolo. Decore do jeito que você quiser. 

Observação: As receitas são adaptações minhas. Não tenho muita experiência em escrever esse tipo de texto, perdão! 

Tentem fazer o bolo, tirem fotos e mandem no e-mail lisy.muncinelli4@gmail.com! 

Até a proxima! 

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Últimos eventos


Olá leitores!!

Nestes últimos dias eu tive uma overdose de cultura! O primeiro foi segunda, dia 18 de junho, quando eu fui no lançamento do livro "Me Leva Mundão", escrito por Maurício Kubrusly. O evento, que teve início às 19:30 no Teatro Paulo Autran (Shopping Novo Batel), foi dominado pelas histórias cheias de humor do jornalista. Deu para perceber uma pessoa bem diferente daquela que aparece no quadro do Fantástico, alguém mais relaxado. Ele contou histórias curiosas de São Francisco (CA-USA), Portugal e França e o povo aplaudiu de pé no final.

Fora do teatro, ele distribuiu autógrafos para quem comprou o livro e tirou fotos com que pediu. Não me aguentei e fui tietar:














Na terça, 19 de junho no Teatro Paiol, eu participei do Papo Universitário, promovido pela Gazeta do Povo e que tinha como tema "O Cenário da Música no Paraná". Os convidados Paulo Juk (Banda Blindagem), Karol Conká (rapper), Heitor Humberto (Banda Gentileza) e Rodrigo Lemos (Banda Lemoskine e A Banda Mais Bonita da Cidade) responderam as perguntas feitas pelo anfitrião Luigi e pela platéia (inclusive eu!). A programação começou com o pocket show da Madeira Banda Show e foi organizado em blocos para que pudesse ser passado na ÓTV. Após o término dos blocos para a tv, os convidados fizeram uma "Jam Session" com a música "Não Quero Dinheiro", do falecido Tim Maia.

A sorte resolveu me acompanhar aquele dia porque ganhei três kits, um da Gazeta do Povo e dois da UNICURITIBA. Revi minha ex-colega de trabalho e convidada Karol Conká, sempre fofa. Me diverti muito, saí de lá quase imitando Don Lockwood em "Singing in the Rain".














Ganhei massageador, chaveiro, relógio, lanterna, marca-texto, marca página, agenda, bloquinhos, canetas e bolsa.










Estava cheio e o pessoal estava hipnotizado pela conversa.













Eu com a Karol Conká.

O último evento foi domingo, 24 de junho, a primeira vez que eu fui ver uma peça de teatro. Eu e minha irmã Regiane fomos ver "2012 - A Comédia do Fim do Mundo" no Teatro Lala Schneider, uma peça muito legal, mas 'meio viajada'. Foi emocionante sentar naquela sala pequena e ver os atores e as ações bem de pertinho. Gostei e tenho certeza que foi a primeira de muitas!














(#FicaDica)













Eu e minha irmã com o fundo da Cia de Máscaras do Lala.

Bom, foi isso! Amanhã tem post de aniversário do blog! Apareçam por aqui!

Até a próxima!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Todos Iguais - por Esthéfanie Vila Maior


Olá leitores! 

Hoje trago um texto escrito pela minha amiga de infância Esthéfanie Vila Maior. Espero que gostem! 

Já dizia minha amiga de infância: cafajestes são todos iguais. Não discordo nem do pingo do i dessa frase. Entretanto, existe muito mais por trás dessa frase do que o simples conceito de “igualdade”. Acredito que cada cafajeste tenha um porquê diferente, afinal cafajestes são seres humanos, nós gostando ou não, e seres humanos nunca são iguais. A minha teoria, mirabolante, é que as fórmulas, aquelas que eles usam para tentar nos “controlar”, são iguais (isso mesmo, no plural, com s), e digo fórmulas porque uma só não daria resultados tão eficientes, cá entre nós, admitam, mulheres são complicadas e não chegam nem perto de serem iguais. 

Queria deixar bem claro que não estou dando razão ao dramático “coitadismo” que muitas mulheres insistem em levar como regra de vida, muito menos aos discursos feministas criticando os homens. 



Mas voltando as fórmulas, se elas são todas iguais, por que diabos nós, mulheres, fazemos tanta questão de testar todas elas? É como provar as mesmas roupas, só que em lojas diferentes. É como ter alergia a esmalte e testar todas as marcas. Alias, acredito que nós mulheres temos a obrigação de reconhecer esse tipo de longe. E que atire a primeira pedra aquela que nunca criou um cafajeste nessa vida. Sim, você já criou um “cafa”. Lembra daquele seu melhor amigo da escola que passou anos te consolando enquanto você chorava por outros caras? Lembra quando ele disse que te amava e você fez picadinho com o coração dele? Pois é meu bem, ele cresceu e adivinha só?

Você já sabe o resultado disso, e não importam quais sejam as desculpas mirabolantes que você usa pra insistir em tal atitude, os fatos não mudam. “Ah, mas dessa vez é diferente, ele vai mudar”. Engula o seus mas. Os rostos mudam, mas formulas são as mesmas lembram? A verdade é que ninguém muda por ninguém, as pessoas mudam única e exclusivamente por vontade e conta própria.

Em vez de tentar mudar alguém, mude você mesma. Aprenda a ter amor próprio o suficiente para não se permitir passar por isso novamente. Alias, amor próprio é a melhor arma, o melhor antidoto, o melhor escudo contra qualquer coisa. Porque, no fim das contas, as pessoas só fazem com a gente aquilo que permitimos."


Esthéfanie por ela mesmo

Estudante do 1º ano de jornalismo. Amante de palavras e seus significados engraçados. Vejo lógica onde não existe e graça na loucura. Metida a chef de cozinha de doces e saladas, uma gordinha em espírito.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

#MusicMonday - Pulp Fiction

Olá leitores!

Como foi o final de semana de vocês? Se divertiram?

O #MusicMonday de hoje traz duas músicas muito boas da trilha sonora do filme "Pulp Fiction", um ótimo filme por falar nisso! (Obs: Pra mim, Quentin Tarantino é um diretor genial, com seu jeito excêntrico de fazer cinema.)

Al Green - Let's Stay Together (presente também nos filmes "Louco por Você" e "Como Perder um Homem em 10 Dias")

Neil Diamond - Girl, You'll Be a Woman Soon (você pode ouvir a melodia desta música em outro filme do Tarantino: Bastardos Inglórios)


Então aqui fica a dica também de "Pulp Fiction", principalmente se você quer aprender "como injetar heroína" e "como reanimar alguém que está morrendo de overdose"! Brincadeiras à parte, só assistindo pra entender como este filme é legal. Se você já assistiu, comente aí embaixo se gostou ou não!

Até a próxima!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Já fui melhor...


Sempre fui uma pessoa muito criativa. Culpe o Déficit de Atenção (um dia vou fazer um post informativo explicando sobre a doença). Culpe meus pais, que sempre me incentivaram. Culpe o mundo, por ser interessante. Fato é que desde criança meu cérebro se recusa a ver o dia em cores primárias, que dirá vê-lo em preto e branco. 

Poderia mencionar as minhas artes, como as dezenas de camisetas feitas de sacola plástica e chinelos de papelão. Ou o ventilador esquematizado que só faltava o motor. Poderia contar também da minha mente fértil que produzia planos, teorias e conspirações: eu cheguei a achar que o depósito do colégio era cena de um crime cometido pelo zelador (não era discriminação, pobre zelador!) e que a padaria da esquina maltratava trabalhadores escravos e os fazia trabalhar no calor do forno. A imaginação era tanta que cheguei a descobrir que eu tinha uma chave em casa que abria o portão da casa da minha vizinha e melhor amiga (a chave foi devidamente confiscada pela mãe dela, nããão sei porque! hahaha)

Mas quero focar na linha do tempo literária, aquela em que eu explico como eu fui perdendo aos poucos minha criatividade para escrever minhas histórias. 

Lembro uma das primeira vez que meus pais foram chamados na escola pela coordenadora: ela queria mostrar um texto que eu havia escrito e que, palavras dela, juro!, eu tinha o dom da escrita. Eu tinha uns 7 anos. Alguns anos depois, com 10, eu escrevi a história de um homem de vidro. A história terminava com um final barato, um clichê romântico e grudento, resultado do tipo de literatura (precoce) que eu lia. O que deixava interessante era a vida que eu dei para o personagem: ele morava em uma uma casa acolchoada, seu médico era um vidraceiro e ele tinha que tomar cuidado porque se quebrava com facilidade. Não tenho mais este texto, se perdeu durante os anos (na verdade acho que se perdeu em um disquete). 

Eu era daquelas que escrevia diário. Contava cuidadosamente o que eu fazia na minha pré-adolescência. Como toda criatura dessa idade, eu brigava com todo mundo, escrevia com raiva ("xingava muito no Twitter" haha), mas escrevia. O que eu havia comido no almoço, o livro que estava lendo, os guris que eu gostava… Com o passar do tempo, o diário virou um caderno, que eu não tinha compromisso de escrever todos os dias. Este caderno cobriu anos de minha adolescência. Parei de atualizá-lo já faz quatro anos, mas ainda tenho guardado. 

Aos doze anos, lembro como se fosse hoje, cheguei toda empolgada na casa da minha ex-vizinha e melhor amiga Camila, outra pessoa extremamente criativa. Era minha parceira-de-crime, topava minhas idéias absurdas. Contei para ela da idéia que havia pensado para um novo livro - sempre chamei minhas histórias de livro, pode chamar isso de pretensão - e começamos a escrever neste mesmo dia. Já havíamos começado uma história juntas, mas como 90% das parcerias, acabou não agradando uma das partes: neste caso, eu. Mesmo assim, começamos a escrever, mas não foi muito longe porque nós nos separamos (por outros motivos). 

A história, porém, ficou gravada na minha mente. Escrevi a primeira vez, 30 páginas: meu pai, sem querer, deletou do computador (que era da loja da minha mãe e eu usava meio clandestinamente). Segunda vez, aos 15 anos, 70 páginas: vírus e nenhum backup. Tentei uma terceira vez, sem sucesso algum. Dizem, na fotografia, que "a melhor foto sua é aquela que você não tirou, mas ficou na memória". É o que aconteceu com essa história, virou meu xodó. 

Escrevi começos e meios para várias outras histórias, nenhuma delas terminadas, nem perto de serem tão boas. E esses últimos meses eu me fiz uma pergunta: o que aconteceu comigo? Para onde foi minha criatividade? Notei que uma das rés foi a internet. Era muito mais fácil sentar diante do computador quando a internet era discada (posso apostar um real que você acabou de pensar no barulhinho que o discador fazia, acertei?) e não havia MSN/Orkut/Facebook/Skype/Twitter para me distrair. Era eu, minha cabeça cheia de idéias, paz, um lugar certo e o teclado. 

Ou será que foi a idade que chegou? Não tenho a intenção de soar que nem uma velha de 90 anos, mas pode ser que eu tenha sufocado a criança louca dentro de mim e, com ela, a capacidade de ver o mundo tão colorido. Afinal, não faço mais chinelos de papelão e nem algo que corresponda a isso. E isso tem uma relação tremenda com os meus textos. O gosto pela escrita continua o mesmo, mas é como se eu estivesse congelada. Posso cair na mesmice artística de dizer que estou com bloqueio criativo? 

Bom, a intenção não era de escrever um post tão grande, mas acho que me empolguei. Enrolei e o fato é que vim aqui fazer propaganda do livro que estou lendo e TODO escritor deveria ler (em qualquer estágio da carreira). Se chama Writting Fiction (em português, Escrevendo Ficção) da famosa série For Dummies (Para Leigos), escrito por Randy Ingermanson e Peter Economy. Comprei por comprar porque eu pretensiosamente achava que era uma expert em escrita, pelos anos praticados apesar de nada terminado nem publicado. Dei com a cara em cheio na parede! Estou aprendendo muito e acho que finalmente estou retomando a vontade de escrever. 

Vou precisar voltar a ativa, escrever muito e com mais freqüência. De qualquer maneira, a verdade é esta: Já fui melhor. Muito melhor! 


quinta-feira, 14 de junho de 2012

That's Entertainment

Olá leitores!

Eu já mencionei o blog antes (no post "Ah... Se esta rua fosse minha!") que um dos meus blogs favoritos - e infelizmente falecido - se chamava "Garotas Que Dizem Ni". Passei minha adolescência lendo as aventuras (reais e imaginárias) de três jornalistas: Clarissa Passos, Flávia Pegorin e Viviana Agostinho. Era época da internet discada e seu maldito toque de conexão, e eu passava meu tempo livre me divertindo com textos como este abaixo, o único que consegui achar após o fechamento do site, em novembro de 2008.


That’s entertainment

Diálogos possíveis por trás da produção de grandes sucessos e clássicos do cinema

Paul: Minha Nossa Senhora do Perpétuo Socorro! Eu nunca li nada tão ruim como esse roteiro.
Produtores: Agora fudeu. Os atores já tão contratados e nós investimos a maior grana.
Paul: Mas...
Produtores: Se vira.
Paul, após uma breve pausa: Já sei! Vou enfiar as partes da Sharon Stone no meio do filme. Com todo respeito.
“Instinto Selvagem”, dirigido por Paul Verhoeven, fez o maior barulho nos cinemas ao estrear, em 92. Quando fui ver, era só, er... aquilo. Mas tanta gente caiu na armadilha da perseguida (o filme arrecadou 352.700.000 dólares) que vai ter continuação – prevista para sair este ano. E dinheiro para mim ninguém quer dar.

* * *
Produtor 1: Puxa, agora que o Tom ganhou o Oscar por “Filadélfia”, não seria legal darmos um jeitinho dele ganhar outrohominho dourado – assim, na seqüência?
Produtor 2: Ô se seria. Assim quem sabe o Spencer pára com aquelas piadinhas idiotas de fazer um Oscar conversar com o outro toda vez que vamos tomar umas biritas na casa dele...
Produtor 1: Hum... Você está pensando o mesmo que eu?
Produtor 2: Claro que sim! Vamos arranjar-lhe um papel de retardado.
Produtor 1: É Oscar na certa! Me passa o telefone do Zemeckis. Tá aí nessa agenda.
Forrest Gump – O Contador de Histórias”, dirigido por Robert Zemeckis, foi sucesso de público e crítica e teve um dos subtítulos mais constrangedores da história das traduções. Além disso, o drama deu a Tom Hanks seu segundo Oscar deator na seqüência. O único a conseguir tal proeza antes de Hanks foi Spencer Tracy.

* * *

Assistente: ÔpaIh, olha só! Derrubei tudo.
Quentin: Droga! Espalhou todos os rolos de filme!
Assistente: Desculpa, quando entrei não vi que o senhor estava aí no cantinho vendo filme de kung fu... Pior que as latas não estavam etiquetadas.
Quentin: Ah, foda-se. Vou montar a edição na seqüência em que for pegando do chão.
Pulp Fiction – Tempo de Violência” alçou Quentin Tarantino ao estrelato. Uma das razões do sucesso do filme, além das inúmeras referências ao mundo pop, foi a narrativa não-linear em que foi apresentado. De quebra, ainda ressuscitou a carreira de John Travolta e levou o Oscar de roteiro original – conhecido “prêmio de consolação” da Academia.

* * *

William: VOCÊ CHAMA ISSO DE VÔMITO?
Especialista em efeitos especiais: ... Isso É vômito.
William: Pelamordedeus, o que ela está vomitando é o gorfo do demônio! Não pode ser esse vomitinho comum, aqui, não!
Especialista em efeitos especiais: Sinto muito, não sei mais o que arrumar. Aliás, não gosto que gritem comigo. fora dessa joça de filme.
William: Mas já está tudo pronto para filmarmos a cena, porra!
Especialista em efeitos especiais: Cada um com seus problemas. Fui!
William, olhando para um dos contra-regras que está almoçando: Hum. O que é isso aí na sua marmita, hein?
Contra-regra: Isso? É a sopa de ervilha da minha mãe! Quer?
William: Ô se quero.
“O Exorcista” foi dirigido com mão de ferro por William Friedkin – que costumava gritar com a equipe e disparar armas escondidas pelo set para captar a expressão natural de pavor dos atores. Uma das cenas clássicas é a do vômito deRegan, a menina possuída, que foi feito com sopa de ervilhas. De que outro jeito eles podem ter descoberto tal uso para a iguaria?

* * *

Estagiário: Eisêo Alfred... o editor acaba de pedir demissão.
Alfred: Cuma?!
Estagiário: É, isso mesmo que o senhor ouviu. Pior que a categoria entrou em greve.
Alfred: Putzaqueparila. E agora?
Estagiário: Se o senhor me permite... tenho uma sugestão. Vamos filmar tudo de uma vez só, assim poupamos o trabalho de edição – que, desconfio, sobraria para mim...
Alfred: Menino, você é um gênio. Vamos nessa.
“Festim Diabólico” foi filmado de uma tacada só. Alfred Hitchcock, o diretor, dispensou cortes e levou a narrativa quase como numa peça de teatro. A história se passa no apartamento de dois jovens, que matam um colega pelo simples desafio de cometer o crime perfeito, e depois oferecem um jantar – com o cadáver escondido na sala.

* * *

Paul: Eu sempre quis fazer um filme onde chovessem sapos...
Produtor: O quê?
Paul: Eu sempre quis fazer um filme onde chovessem sapos...
Produtor: O quê?
Paul: Eu sempre quis fazer um filme onde chovessem sapos! Tá surdo, porra?
Produtor, sem jeito de perguntar pela terceira vez: Ahn... É... Pode crer.
“Magnólia” deixou platéias intrigadas e críticos embasbacados. Dirigido por Paul Thomas Anderson, não segue linhas tradicionais de narrativa e aposta no drama pesado de vidas que se cruzam. No ápice da história, chovem sapos sobre a cidade onde se passa a história – localizada no Vale de San Fernando, Califórnia, por sinal.

* * *

Steven: Isso aí é o tubarão?!
Equipe de efeitos especiais: Estamos na década de 70, meu filho. Foi o que deu para arrumar.
Steven: Mas é claramente um boneco de borracha!
Equipe de efeitos especiais, com uma pitada de cinismo: Fazer o quê, ? Vai querer ou não?
Steven: Vou, . Mas terei que mostrá-lo o mínimo possível durante o filme... Faz favor? Chama lá os roteiristas. Vamos reescrever todas as cenas em que o bicho aparece.
“Tubarão” foi lançado em 1975 e bateu todos os recordes de público de até então. De fato, Steven Spielberg – o diretor – se desapontou com o resultado final do tubarão mecânico (que, aliás, vivia quebrando). Tendo que ocultar o bicho ao máximo, acabou criando um clássico do suspense moderno. E se esbaldou nas bilheterias.

Se essa última história aconteceu mesmo mais ou menos assim, quem sabe as outras?

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Sinto saudade destas obras primas. É difícil encontrar textos com um teor humorístico tão bem medido quanto o delas. Enquanto elas não decidem voltar a escrever juntas, visito os blog individuais delas e indico para vocês fazerem o mesmo: 

Viviana Agostinho não tem blog. Triste isso. 

Até a próxima! 

terça-feira, 12 de junho de 2012

10 Jeitos de Passar o "Dia dos Namorados" Solteiro!

Olá leitores solteiros!

Ao contrário do feriado americano, só comemora o Dia dos Namorados quem tem alguém para dividir o canudo do milkshake né?! Mas para nós, encalhados (admitam!), o que sobra? Escolher uma das dicas abaixo e se divertir!

10 Jeitos de Passar o "Dia dos Namorados" Solteiro 

1. Comprar um presente para si mesmo. Afinal, a melhor pessoa que você conhece merece tal mimo não é mesmo?

2. Fazer uma panela de brigadeiro de colher e não dividir com ninguém.



3. Passar o dia jogando videogame com seu melhor amigo, provavelmente outro "encalhado".



4. Jogar xadrez com seu avô. O velhinho vai curtir o programa!



5. Assistir filmes de ação, suspense e estratégia. Sério, não tem como assistir filme romântico nesta data!

 

6. Dar um tempo para o Facebook e Twitter, onde os namorados ficam postando "o quão sortudos eles são por ter a/o melhor namorada/o do mundo". Aproveite para ler um livro!



7. Assistir uma peça de teatro ou curtir o show de uma banda legal com seus amigos igualmente solteiros.



8. Atualizar a lista de seriados. Procure um que tenha a sua cara e comece a diversão.



9. Colocar uma música animada e sair dançando pela sala. Vale Lady Gaga, Kelly Clarkson e Madonna!



10. E, por último, abra um sorriso no rosto! Tenha bons pensamentos! Nada de ficar triste pensando que está sozinho! Se aproveite da melhor maneira.



Até a próxima!







segunda-feira, 11 de junho de 2012

#MusicMonday

Olá leitores!

O #MusicMonday de hoje tem três músicas antigas, mas super gostosas de ouvir: 

Louis Armstrong - La Vie en Rose ("Alguém tem que Ceder",  "Piaf" e "Monte Carlo" )

Elvis Costello - She ("Um Lugar Chamado Notting Hill")

Andy Williams - Moon River ("Bonequinha de Luxo")


Até a próxima! 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

As donas da indecisão

Olá leitores!

Meninas, o post de hoje é sobre vocês! Dizem que somos complicadas, que nosso manual de instrução é maior que a coleção Barsa inteira, que nós nunca sabemos o que a gente realmente quer e... vou confessar! Isso é verdade! Aqui vai um exemplo de como podemos ser DONAS da indecisão:

Carolina está digitando no computador, quando olha no relógio e leva um susto! Seis horas da tarde! Estou atrasada, pensa ela. Gabriel, seu namorado, chega em duas horas. Olha no espelho, o rosto está inchado, as olheiras chamando atenção, unhas por fazer, depilação... Ufa! Pelo menos a depilação está em dia! Mas não é hora de relaxar, tem muito a fazer.


Vamos lá Carol, concentração! Cor do esmalte, cor do esmalte... Azul? Não, já pintou dessa cor semana passada. Rosa? Não, garotinha demais, já basta a cara de adolescente. Vermelho? Cor de "piriguete". Vai pintar de verde! É isso, decidido! Ham... Quer saber? Verde é patriota demais. Pega o esmalte laranja e... Luana deve estar pensando em pintar da mesma cor. Não pega bem passar a mesma cor que a amiga. Roxo é o escolhido. Finalmente, depois de 5 minutos... Mas será que vermelho é cor de "piriguete" mesmo?


Próximo passo: o que vestir. Abre o guarda-roupa e olha para o mar de opções pensando que não tem nada para vestir. O vestido branco, que tal? Veste. E acha que ele ressalta a barriga. Droga, isso é resultado da TPM. Aqueles bombons malditos! Tira e veste um cinza, tomara-que-caia. Não! Tomara-que-NÃO-caia! Imagina quando ficar mais velha? Peitos caídos são horríveis! Pensando nisso, tira o cinza e coloca um pretinho básico. É impossível não ficar bem com um vestido clássico. É elegante, é sensual e disfarça a tal barriga-de-bombons. O quê aquela mancha branca está fazendo ali? Passa o dedo pra ver se consegue tirar a mancha, mas ela não sai. Ok, não vai mais de vestido. Pensa naquela calça skinny que parece que foi feita pra ela. Tira do cabide e começa a vestir, mas não passa da coxa. É, talvez não foram apenas os bombons...




Duas horas e meia depois, indecisões resolvidas, unhas na cor violeta, uma combinação de saia de cós alto preta com uma blusa champanhe e um namorado inconformado esperando na sala, ela diz que está pronta.
 - Carol, você está linda! - diz o namorado.
 - Sério? Ah, peguei a primeira roupa que vi no armário... - disse, dando um sorriso esperto de canto de boca.




Deixa eu adivinhar? Carolina poderia ser seu nome não é mesmo? Ou da sua melhor amiga. É, querida, não dá pra negar, nós somos esse mar cristalino de incertezas. 

Caso você seja homem, acabou de ver a namorada, irmã ou mãe, não é mesmo? E como fazer para se livrar dessa indecisão feminina? Não tem receita. Mulheres são assim e sempre serão! Aprenda a amá-las porque elas fazem isto justamente para impressionar você e tentar arrancar um elogio. Admire os pequenos detalhes, eles provavelmente levaram um tempo e muita indecisão para serem escolhidos. E sempre releve os possíveis atrasos... 

Afinal, mulher é bicho complicado e vocês sabem disso. Mas vocês não conseguem viver sem! 

Até a próxima! 

PS. Veja também o texto que escrevi para o blog Nestante clicando AQUI!